7 de junho de 2013

Juntando tudo, dá um caldo; rapidinhas MadCap #67:

Embriagar-me-ei. Entumecer-me-ei. Regozijar-me-ei.

“O custo total da linha de Paranaguá até Curityba, foi de 11.492:042$, e do prolongamento e ramaes de 9.179:855$000″

Argüi e hoy yo soy un sagüi-de-carapinha-negra.

“Perdeu uma perna? Use a outra. E ve se te manca”

Cuatro puntos cardinales no se és nadega se uested non te sabie por donde varás.

Live like you fucking mean it

Puta que não cobra quer gozar.
[Essa frase serve pra qualquer profissão inteligente. (exclue-se, por conseguinte, o funcionalismo público)]

No som do Miles e nos haikais, sempre menos, é mais.

Mientras lo cargan, suena el burrito amosquijado, con paraisos de esmeraldas.

“Quem se perde por rabo de saia só se acha no fundo de um copo”
- João de Almeida Neto

“If you aren’t rich you should always look useful.”
- Louis-Ferdinand Céline

Musica #1: Ahora que todo era perfecto Y algo más que eso Me sorbiste el seso Y me deciende el peso De este cuerpecito mío Que se ha convertío en río

Musica #2: I’ve got no friends, not one. Not a single little friend in the world and I go out on my own and dance to The Smiths on my own.

A impaciência impetra agilidade no meu contador de segundos mental.

“Já fui melhor. E você também. Eis o charme do passado: tudo era melhor”
- Andre Laurentino

A dúvida sempre indica o caminho errado.

O Grafeno é uma espécie de suplemento alimentar para os cavalos que gramaticam errado.

Hymn to freedom – liberdade sem hímem.

Eu tenho medo de texto que nos chama para alguma coisa. Coisa boa não é.

Overreacted Brain. Dá um nome de música.

Ai gobierno? Soy lontra.

Meus amigos já tem pares de filhos e eu aqui brincando de Indiana Jones.

O tapa de luva de pelica, quando bem aplicado, estoura carapuça venal.

Do epitáfio do meu ICQ “Nam sine doctrina vita est quasi mortis imago. Eu sou apenas aquilo que perdi.”

3 de junho de 2013

O Borough Market, em Londres, tem três funções básicas: comprar comida da melhor qualidade, comer quitutes frescos feitos na hora e a principal que é servir de palco para fotos. Assim feito, fotos para contestes:

E um video com as mesmas coisas, mas em perspectiva diferente:

10 de maio de 2013
Avoir L'espirit de l'escalier.

Algumas observações aleatórias colhidas por esses dias sobre o comportamento deste bichinho indócil e complexo chamado londrino:

Gardening
Esporte nacional, a jardinagem é tida como um dos grandes prazeres do povinho pra lá da meia-idade. Existem lojas gigantescas e apetrechos bem especializados para tal hobby. Mas isso tudo é teoria de um mundo ideal. Na prática o que se vê em Londres são jardins que, em algum ponto da história, já foram bem cuidados. Muitos estão abandonados com plantas secas, ervas daninhas ou pior, cobertos por cascalho (ou concretão) decorativo.

Socialização em festas
O que eu chamaria de festa-duro: o povo pega tão pesado na pingaiada que algumas festas são consideradas escapes sociais para o coma alcoólico. As ambulâncias do turno que o digam. O mesmo serve para os fechadores-de-pubs, aqueles camaradas que esqueceram o nome deles há 5 rodadas atrás. A socialização acaba sendo a partilha do booze. A maioria dos assaltos e estupros (a-ha! existem essas coisas por aqui!) acontecem com esses solitários ébrios que vagam soltos pelas ruas na madrugada foguenta.

Decoração da casa
A linha tênue (e triste) que separa o kitsch do brega entulhado (ou quase hoarder) é mais fina que linha simples de seda.

Limpeza
Alguma coisa deu muito errada em um momento da história para os camaradas que inventaram o aspirador-em-pó. Existem casas por aqui que nunca viram um aspirador ou pior, nunca foram efetivamente limpas ou varridas com alguma frequência.

Escovar os dentes
Os dentistas recomendam entre uma e duas escovações diárias. Alguns ainda são mais realistas e pedem para que se escove os dentes pelo menos 5 vezes na semana, antes de dormir. Acredito que os londrinos façam isso duas vezes por semana. Eu faço parte dos alienígenas que mantém o binômio escova-pasta na gaveta da mesa do trabalho. E todo mundo acha estranho.

Patriotismo
Alguns ingleses hasteiam bandeiras da Inglaterra em casa. Eles não curtem muito o Reino Unido e sempre que podem desoneram a União Européia por ter suprimido a remota chance deles arranjarem um emprego, já que os forasteiros tomaram tudo. No final das contas o patriotismo se tornou uma xenofobia sem muito fundamento. Os famosos moradores de Angerland.

Esportes
Por incrível que pareça, é muito fácil ter acesso a qualquer tipo de esporte em Londres. Existem centros comunitários, recrutadores profissionais, espaços olímpicos que triam boas promessas, escolinhas em qualquer parque. E quando digo qualquer esporte, significa QUALQUER UM que você imaginar. Daria para expandir este tópico em um texto gigante.

Turismo
Não diria que Londres é um destino turístico potencial. Tudo aqui é caro e burocrático. A moeda é forte e torna qualquer diária de hotel uma facada no âmago. Os passeios são urbanóides e histórico-políticos. A Europa inteira é parecida, mas aqui esse sentimento é muito mais potencializado. Mesmo assim o centro nervoso da capital (parlamento e adjacências) fica coalhado de turistas e suas lentes invasivas.

Lixo no chão
Já estou de saco cheio com o tanto de lixo que existe por aqui. O inglês-padrão produz muito lixo. Alguns têm um péssimo hábito de jogar miudezas no chão. Outros ainda mantém o costume porco de cuspir. Qualquer rua por aqui tem lixo espalhado: papéis, copos descartáveis de cafés, restos de comida. Nos parques a coisa não é diferente. E não é falta de lixeiras públicas, amigo: é falta de bom-senso mesmo.

O flirt e o namorico
A regra é simples: o romantismo existe essencialmente em livros. O povo londrino é promíscuo na essência: usam as premissas do item #2 ali de cima como desculpa para o get in -> get out -> get off. Se um primeiro encontro não dá certo, o povo parte para as vias de fato e nunca mais se bicam. Se a química se dá — oh! — eles começam um relacionamento só no sapatinho, com primeiro beijo, primeiro friozinho na barriga… fisgar-a-piaba-rosa? só pelo terceiro ou quarto encontro.

Relacionamento sério
Completamente diferente do item acima. Londres é complicada pra caramba para relacionamentos. A solução (não dê risada, faz favor) é se cadastrar em sites de relacionamentos. São serviços caros pra cacete (média de £30 por mês) que o povo usa de verdade. Serious Bizines: 7 milhões de cabeças Londrinas cadastradas em apenas um deles e uma incrível média de 90.000 novos coraçãezinhos solitários por mês. Agora some os números dos 20 maiores sites no assunto e chegue a conclusão de que 50% de Londres procura uma tampa para a frigideira. Alguns sites são para públicos mais específicos: gays, pessoas de uniformes, judeus, cristãos, fazendeiros solitários, indianos, gente mais velha (acima dos 50), vegetarianos, artistas, pais solteiros, ativistas, ciclistas… Praticamente um site para cada nicho.

  1. U brasile é unico e invisive.
  2. U tipu sociali braziliano é uma mistura di terra, di ingonomia e di storia.
  3. U Brasile stá sitoado nu meio do o Mondo.
  4. U uómo brasiliêre é figlio di tuttas razza: negro, indio, macaco, intaliano, ingreiz, turco, cearensi, pernanbugano, gauxo, afrigano i allamó. (Nota du traduttóre – Grazias a deuse io sô intaliano i sô figlio di mio paio i di mia máia i di maise ninguê)
  5. Inzisti una tradiçó morale braziliana chi é priciso adisgobri. Vamos apricurá.

Juó Bananère (daqui)

Na mesma linha do polêmico post de Olivier Teboul “Aquele francezinho xexelento impetulante!” “Falou mal do Brasil, desgrama!” “Tá insatisfeito volta pra França, subaquento!” resolvi escrever sobre as estranhisses que encontrei quando mudei para o Reino da Pasárgada, um pequenino principado nas entranhas da Europa.

Ao contrário do que muita gente afirma, O Reino de Pasárgada muito difere da pitoresca e histórica cidade persa Pasárgada (پاسارگاد) e nada mais, além do nome, tem em comum. Situado nas bordas fronteiriças da Austria, Alemanha e Itália, teve como grande mola locomotora da própria independência o reinado vizinho de Liechtenstein nos anos 20. A União Européia faz beicinho e ainda não reconhece o reinado como unidade independente.

Mas isso pouco importa, uma vez que nosso rei (três-vivas!) é um camarada alvissareiro e bonachão.

Chega de lenga-lenga e vamos as vias de fato: 17 itens, não precisamos de mais, oras.

  1. Aqui na Pasárgada qualquer um pode ser amigo do Rei; para isto basta preencher um formulário (um pouco burocrático, admito), autenticar, reconhecer firma em três vias e aguardar a entrevista com Sua Majestade. Pouquíssimas pessoas tiveram o pedido de amizade negado por motivos tórpes (pedantes, arrogantes, brevenetas e comentadores de YouTube)
  2. Muitas mulheres. Pense em um país com os maiores índices de femina per homo: 38:1 de ratio. Elas são lindas, vistosas, bem nutridas, com excelentes braços de bater polenta e o melhor: receptivas e cortejáveis.
  3. Existem camas públicas em muitos lugares da cidade. Higienizadas, com lençóis de godón egipto trezentas fils. Trocados a cada deitada na cama. Esse costume remete aos antigos espanhóis que sentaram praça no reinado, a convite do Rei, nos anos 20.
  4. Ninguém é feliz. Apesar de termos camas públicas e mulheres a mil, ninguém é, de fato, apenas feliz com isso. O ar blasé denota um “estou apenas respirando” tão enfadonho que muita gente morre sem nem saber do que morreu.
  5. A existência aqui é uma aventura. Enquanto alguns morrem assim, do nada, outros aventuram-se mais que Munchausen em seu balão. Outros mais, por incrível que pareça, aventuram-se de um modo tão inconsequente que, na boca miúda, os comparam com a rainha espanhola Joana (a louca-demente-senil, contraparente da nora que nunca tive, dessas mulheres todas do item #2)
  6. Em Pasárgada não existem academias de ginástica particulares. Tudo é mantido pelo governo, de graça. Qualquer um pode fazer ginástica ou pilates em qualquer um dos centros da boa-vida.
  7. Tal e qual a vizinha Holanda, todo mundo aqui se move com bicicletas, também subsidiadas pelo governo. Engarrafamento aqui é mais interessante pois há a possibilidade do flirt com aquela cocótinha da bici veloce estagnada ao seu lado. Há de se sentir até o perfume do pedacinho de mau-caminho.
  8. Todo país tem esporte estranho. Pasárgada — como não poderia deixar de ser — tem o festival anual de montaria em burro-brabo. Tipo um rodeio, com zurridos aos relinchos de cabalos saltitantes.
  9. Outro esporte catatónico: campeonato de escalada em pau-de-sebo. Popular deveras, também pudera: no alto, como prenda, uma china de vestido de seda.
  10. As praias aqui são belíssimas. O mar, mesmo em um país encalacrado no meio dos Alpes, é lindo. Todo mundo, no verão, reúne-se ao final do dia para um despretensioso banho de mar.
  11. Quando a rotina aperta, o trabalho sufoca e o camarada bufa-a-estafa é de bom grado deitar-se na beira do rio que corta a cidade em norte-sul. Pouco caudaloso e de águas claras-transparentes, há quem diga que aquela água ali é potável em seu mais puro estado.
  12. Aliás, aqui entra um parênteses muito pitoresco da vida em Pasárgada: alguns velhos sibaritas atestam que, depois de um tempo deitado perto do rio, pode-se escutar uma sereia recitar uns disparates que arrepiam a penugem nucal do amigo mais desavisado.
  13. Aqui tem tudo. É outra civilização. O sistema de saúde é completo e fornece uma gama de processos seguros contraceptivos (talvez um remoto lembrete figurativo do item #2. Ah, item dois…)
  14. O sistema de telefonia, desenvolvido por japoneses revoltados com a precariedade nipônica, é automático e completo. Em qualquer ponto de Pasárgada o sinal de aparelhos bate todos-pauzinhos-cheios, o wi-fi não tem senha e a internet é sempre duas vezes mais rápida do que você precisa. E, como de costume, tudo de graça.
  15. Uma das coisas mais estranhas e polêmicas no reino são os pontos de uso controlado de alcalóides. Nada muito barra pesada, por incrível que pareça. Chamados de ‘Alcalopoints’, estes centros contam com registro de usuários, demonstração para curiosos, descriminalização do uso, médicos, enfermeiras e psicólogos e o mais importante: materiais descartáveis para o uso seguro. As drogas mais comuns nos pontos são cafeína (a tia do café faz um expresso que deixa o vivente acordado por 4 dias), cocaína em pó, ópio para caximbas, gotinhas de belladonna de jaborandi, morfina injetável para doentes crónicos, heroína para os junkies terminais, chá de gogomelo, e almíscar de musaranho-almiscarado, para cheiro e deleite. Tudo é livre e a vontade.
  16. Outra polêmica do reinado á a regularização da prostituinte. A atividade é regulamentada, tem sindicato e as mulheres obrigatoriamente precisam ser dotadas de beleza exuberante. O rei, aquele bonachão (mas que de bocó não tem nada) obrigou em um concílio real, a ‘beleza mandatória’, consentindo a desculpa de que “prostituta têm que ser sonho de consumo e realização de fantasia”. Inclusive algumas casas contam com pacotes “namoro”, onde se pode locar uma mulher por períodos determinados, como acompanhante de namoricos e disparates. Então tá.
  17. Um fator decisivo e curioso para quem vive aqui em Pasárgada é a auto-cura depressiva. Quando se está triste, mas triste de não ter jeito, dessas tristezas que, dependendo da noite, dá vontade de se matar, a gente apenas lembra “Ah, sou amigo do Rei! Que se dane tudo! Posso deitar com as mulheres que quero, nas camas que a meu bem viver, escolherei!” E assim, sem mais nem menos, essa depressão toda que acomede qualquer um que tenha um fraquejo falseta no coração se transforma no mais pueril deleite de vislumbre vivencial.

Venha embora para a Pasárgada. Mas não se esqueça que os agentes-de-fronteira pasargadeanos tem o costume da degola-por-cimitarra para imigrantes ilegais.

Pouco risco para tamanha bonança, convenhamos.

Parkland Walk em Londres é um parque estranho. Criado em 1930, parece A Casa do Toquinho: não tem nada. Não tem entrada, não tem guarita, não tem caminhos pavimentados nem placas. Não tem sinalização, ninguém quer cuidar dele. historicamente o parque era uma linha férrea que ligava dois pontos viários da cidade que foram substituidos pelo metrô subterrâneo. Como a redundância fedia, resolveram por bem arrancar todos os trilhos do lugar e investir em outra linha nova. Abandonaram a carcaça do espaço, o matão cresceu, as ruinas ficaram feias e deu no que deu.

Hoje em dia vários grupos de moradores locais tentam cuidar como podem, grafiteiros sentam pixo nas paredes, muita gente passeia e se exercita e o parque continua incógnito no meio do nada. Uma brecha no limbo da administração que não sabe o que fazer com o local.

Eu sei o que fazer: tirar fotos e aproveitar a estranhice.

Sim, uma andada bacana pelo meridiano de Greenwich. Apesar dos mais de 300 dias nessa terra imberbe, primeira vez que arrisquei um passeio naval até a comarca da linha-zero. Impressionante e imponente. Vale o tiquéte e a experiência.

Galeria abaixo clicada com a velha e rabugenta D200 cheia de partículas legais na lente e no sensor.

4 de abril de 2013
Ah, vida besta!

Uma das coisas que mais estressam os ingleses é o simples fato de mudar alguma coisa da rotina enfadonha diária. Coisa mínima qualquer e eles quase infartam. A BuzzFeed publicou um artigo chamado 21 Brilliant British Problems que mostra exatamente esse tipo de stress moral. E não só o artigo como – olha a raridade – os comentários são tipicamente deprimentes e interessantes.

Na onda acima, hoje o metrô estava com anúncios sonoros automáticos errados. A cada parada a robozinha (é uma voz feminina) anunciava que ali seria o ponto final. Ninguém deu muita pelota para isso. Ninguém, menos o condutor daquela composição, que estava inconsolável: desculpava-se a cada gafe da voz humanóide. Em uma das paradas ele realmente surtou e começou um xororô tragicômico: “não prestem atenção nesses anúncios. Ela não é um humano, é apenas um robo abobado. Essas máquinas nunca sabem o que dizer”.

Se fosse para dar uma única dica de inglês para viver bem no Reino Unido, a dica seria: aprenda a usar adjetivos. É lugar-comum por aqui: amazing, fabulous, terrific, epic, massive, brilliant, howling, antic, miserable. Brilliant e miserable são os mais+mais, igual ao primeiro parágrafo aí de cima.

Está nevando. Dia 4 de abril, 2 dias depois da troca para horário de verão. Inglesada diz que não teremos primavera: o inverno vai pular direto para o verão. Oremos.

Joguei um verde e morderam a isca: chefia acatou meu pedido de compra de uma boa câmera fotográfica. Gastaram o dinheiro arrecadado no leilão de um Skoda Superb 2005 Diesel igual o do anúncio. A tia do financeiro ficou louca com o valor da câmera ser o mesmo de um carro. Mas dobramos ela com sucesso.

Nada de extraordinário no equipamento, aliás meio-termo para tudo: Canon 60D munida de 17-55mm f/2.8 (o mais próximo de uma 24-70mm que poderia chegar), Speedlite 430 e outra lente reserva 55-250mm com IS. Bateria reserva, mochilinha Lowe, tenda para fotos still, filtros pra vidraiada toda e um tripé boqueta para otimizar ao máximo o orçamento máximo de 2000 raínhas. Deu na pinta: £1998.75. A alternativa seria uma Nikon 5200 com pentamirror ao invés de pentaprisma. Mas o orçamento ultrapassou o esperado com a mesma configuração.

Até agora tenho 58 fotos publicadas em 8 revistas e dois livros, em um ano e meio de trabalho. Não sou fotógrafo, apenas contra-regras.

Depois de quase dois anos sem TV, voltei a ter uma desgraça dessas na parede de casa. Até agora tudo bem. Unica coisa que não me acostumei foi com a quebra de rotina brasileira novela-jornal-novela. Aqui a programação é muito estranha.

Primeiro vidinho da câmera nova:

Primeiras fotos da câmera nova: